A vida se desorganizou, para poder
se reorganizar. Na ansiedade da “normalidade” ou até mesmo da necessidade
em se acreditar que nada mudou e de que tudo está do mesmo jeito nos esquecemos
de reorganizar pensamentos (não comprometendo os princípios que nos definem).
As
escolas entopem alunos de aulas sem conteúdos em uma maratona para comprovar
que o contrato firmado em janeiro esta sendo atendido garantindo o pagamento
das mensalidades.
Por
outro lado, os pais assoberbados de tarefas e demandas, acreditam que uma vez
pago a mensalidade a responsabilidade de educar é da escola e não compete coparticipação.
Nessa
quebra de braço, temos de um lado professores sobrecarregados, em algumas vezes
despreparados uns lendo livros, outro entretendo as crianças como animadores de
festa dificilmente educando ou ensinando.
Do outro lado pais
estressados com a situação econômica e vendo seu filho “ficar para trás”
tornando o ensino uma maratona e um pesadelo para as crianças.
Quem é o vencedor? Na
verdade a pergunta deveria ser Quem perde?
E a resposta é simples. O futuro.
Não percebemos no mio disso
tudo que voltamos a origem. Onde as mães eram responsáveis pela educação. Mães
como Alberta Williams
King (do negro Martin Luther King), Nancy Elliot Edison (do retardado
Thomas Edison), Pauline Einstein ( Albert Einstein
lento para aprender) entre outras que não acreditaram no que a vida determinou
para seus filhos e assumiram seu papel de professor e escreveram a história dos
seus filhos e determinaram o nosso presente.
Somos frutos de uma
sociedade e para mudar precisamos investir nas gerações futuras. Pais hoje tem
a oportunidade de moldar conhecimento e caráter, ensinar a visão do mundo.
Escolas hoje têm a oportunidade de educar e estimular com ajuda do professor
assistente pai. E ai? O que vai ser?
Em tempo de covid.........
De mim,
